Casamento e divórcio

 

Estava pensando sobre o assunto, pois nos dias de hoje o divórcio, a instabilidade dos casamentos e relacionamentos são tão grandes que se tornaram comum.

A Bíblia diz “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” (Gn 2.24). Não importa se você crê na Bíblia ou não, o fato é que os dois se tornam um.

Antes de se casar o jovem é completo, não se dividi um em dois, seja emocionalmente, psicológico ou economicamente. Mas depois que dois se casam a história muda, porque a partir daí os dois deixam de ser dois e se tornam um. Todas as alegrias, tristezas e lutas devem ser compartilhadas.

Muitas vezes, diante de uma dificuldade, ou uma tentação, ou dilema vem a tentação de ‘separar o que Deus uniu’. ‘O que Deus uniu’ não é pessoal, o casamento é obra de Deus, não importa com quem você se casou, você se tornou um com o outro, portanto não separe.

Mesmo assim ainda há muuuuitos casos de divórcios no nosso meio, inclusive no meio cristão. É aí que “a porca torce o rabo”, como diriam os mais antigos.

Muitos imaginam que ao se divorciarem serão mais felizes, completos. Caso pensassem o contrário não se divorciariam. Mas ao se divorciarem estão dividindo algo que é um inteiro em metade, metade é metade, não é completo.

Por isso há sofrimento e dificuldade financeira no divórcio, mas parece que para a maioria isso é tão difícil de entender.

Mas, também, não é motivo para os já divorciados se culparem, pois Cristo levou todos os nossos pecados na cruz. “Permaneçam na condição em que foram chamados” diz em 1º Coríntios 7.

Aquele que foi chamado por Deus deseja obedecê-lo, não fica procurando desculpa para justificar o pecado dele, ele assume e se arrepende.

Foi só uma pequena reflexão.

Fiquem a vontade para comentar, estou sujeita a erros também.

Fiquem na paz!

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Colher de pau

Aqui no Japão já se aprende a cozinhar desde cedo nas escolas. Cozinhar é apenas uma das várias atividades que existem na escola japonesa. Admiro muito a dedicação que existe para ensinar as crianças e os jovens neste país, digno de imitação.

Blog do Renato Nalini

A culinária ganhou espaço nas salas de aula. Há muitos colégios que investem nessa nova estratégia de aprendizado. Para os educadores, a pedagogia da experiência é saudável. A criança vê a farinha se transformar em pão, bolacha ou bolo. Os legumes se converterem nas especialidades das várias cozinhas. Além de estimular o gosto, trabalha-se com todos os demais sentidos: cores, cheiros, texturas.

Incentiva-se a alimentação saudável, numa Pátria que, de tanto imitar os Estados Unidos, já tem sua infância obesa. Redescobre-se a alegria do trabalho com as mãos, redescobre-se o artefato, pois hoje tudo vem pronto e congelado. Os cuidados com a higiene e a segurança, por obrigatórios, treinam a criança para um desempenho sensato da maturidade.
Além do mais, é um exercício de solidariedade. Cada qual se encarrega de uma tarefa, um ensina para o outro, gestos de cooperação podem se repetir em casa. Pois aquilo que o aluno…

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